Estreia de Messi em Los Angeles movimenta a MLS
Nem parecia apenas mais um jogo do campeonato americano. Lionel Messi enfim fez sua estreia pelo Inter Miami em solo californiano e o clima no BMO Stadium em Los Angeles, no dia 3 de setembro, entregava o tamanho da expectativa. O craque argentino, sempre acompanhado de holofotes, atraiu não só quase 23 mil torcedores, mas também um batalhão de jornalistas — foram cerca de 350 credenciados, número digno de final de campeonato mundial.
Dentro de campo, Messi pode não ter balançado as redes, mas sua influência ficou escancarada. Com duas assistências precisas, ele participou diretamente da vitória por 3 a 1 do Inter Miami sobre o Los Angeles FC, ampliando a invencibilidade dos floridenses desde sua chegada para 11 partidas. Facundo Farías aproveitou a chance e abriu o placar, colocando pressão desde cedo no atual campeão da MLS.
O público não só viu Messi distribuindo passes com a facilidade de sempre, mas também lotou o estádio como nunca antes na história da equipe anfitriã. Nem na decisão do título da temporada passada houve tanta gente, mostrando que o efeito Messi vai muito além das quatro linhas.
Domínio do Inter Miami e fim da invencibilidade do LAFC em casa
O Inter Miami, que parecia fadado ao fracasso meses atrás, agora vive uma ascensão acelerada. A chegada de Messi virou o time do avesso — para melhor — e hoje já começa a ser tratado como um adversário temido. Contra o LAFC, as jogadas saíram limpas, a defesa se manteve sólida e a equipe ainda aproveitou para mostrar repertório, marcando com diferentes jogadores.
Pelo lado da casa, sobrou frustração. O LAFC, acostumado a vencer nas últimas rodadas em seu próprio estádio, viu a série positiva cair diante de uma atuação quase irretocável dos visitantes. Apenas no fim do confronto, aos 90 minutos, Ryan Hollingshead conseguiu descontar e dar algum alívio aos torcedores locais, em jogada costurada pelo experiente Carlos Vela, que já soma oito assistências na temporada.
Na tabela, o resultado pesou. O LAFC permaneceu com 40 pontos e caiu para terceiro na Conferência Oeste, ligando o alerta para a reta final. Do outro lado, o Inter Miami segue empilhando bons resultados e se consolidando como uma das sensações do ano desde a chegada do seu novo camisa 10.
O próximo desafio do LAFC é fora de casa, encarando o Portland Timbers em 9 de setembro. Já o Inter Miami nem pensa em pisar no freio — quer seguir aproveitando a magia de Messi para transformar cada rodada em espetáculo e, quem sabe, ir ainda mais longe na Major League Soccer.
Daiane Rocha
julho 13, 2025 AT 22:19Que partida histórica! Messi não só jogou, ele reescreveu o que significa ser um atleta global no contexto esportivo americano. A MLS nunca viu nada igual - e isso vai além de números ou estatísticas. É um fenômeno cultural, um momento de transição na história do futebol nos EUA.
Quando um jogador como ele entra em campo, ele não apenas participa do jogo: ele transforma o espaço ao redor. O estádio virou templo, os jornalistas, peregrinos. E o mais incrível? Ele fez tudo isso sem nem marcar. A genialidade, às vezes, não precisa de gols para ser eternizada.
Isso aqui não é só futebol. É arte em movimento, e o público sentiu isso. O LAFC não perdeu por fraqueza, mas porque enfrentou um fenômeno que não cabe em táticas.
Parabéns ao Inter Miami por ter a visão de trazer alguém assim. E parabéns aos EUA por terem a humildade de reconhecer quando a grandeza está diante deles.
Isso vai mudar o jeito que o mundo vê o futebol americano. Para sempre.
Sônia caldas
julho 15, 2025 AT 02:44eu não acredito que eu tô vendo isso na vida real... Messi no LAFC?? Não, no INTER MIAMI!! 😭😭😭
quem diria que um dia eu ia chorar por um passe?? eu tô tão emocionada que esqueci de comer meu almoço...
o Farías foi o herói, mas o Messi foi o mago que fez tudo acontecer...
o estádio tava tão cheio que eu juro que vi um cachorro entrando com ingresso!! 🐶⚽
Rosiclea julio
julho 16, 2025 AT 16:53Que emoção, gente!! 😊👏
Messi tá mostrando que futebol é mais que gols - é conexão, é inspiração, é fazer o mundo parar pra ver.
Se você ainda não entendeu por que esse cara é diferente, é só assistir de novo. Ele não corre, ele flutua. E quando ele passa perto, até o vento parece respeitar.
Inter Miami tá virando um sonho real. E esse time agora tem alma. 💙
Quem quiser aprender a jogar futebol, é só olhar pra ele. Sem treino, sem palavras... só magia. 🌟
valdete gomes silva
julho 18, 2025 AT 11:08É só mais um jogo, pessoal. Não precisam exagerar tanto. Messi não é Deus, só é um jogador que teve sorte de nascer em um país com futebol de base. E os EUA ainda não sabem jogar bola direito - isso aqui é marketing, não esporte.
Na Europa, ninguém faria esse alvoroço por um passe. Eles já viram isso 1000 vezes. Aqui é só hype, e vocês estão caindo na armadilha da mídia.
Espero que esse hype acabe logo. Futebol não é circo.
eduardo rover mendes
julho 19, 2025 AT 03:12Na verdade, o recorde de público da MLS foi em 2007, com o LA Galaxy contra o Chivas USA - 27 mil pessoas. Aqui foram 22.800, então não é recorde da liga, só da história do LAFC.
E o fato de Messi não ter marcado é curioso - ele só teve 3 finalizações, 2 chutes fora, e 12 passes errados. Ainda assim, os jornalistas estão tratando como se ele tivesse feito um hat-trick.
Isso é o que chamam de 'efeito Messi' - uma distorção cognitiva coletiva. Ele é bom, mas não é um deus. Ainda assim, o impacto comercial é inegável.
Se o Inter Miami quer vencer a MLS, precisa de mais que um jogador. Precisa de profundidade no elenco. E não tem.
Nessa Rodrigues
julho 19, 2025 AT 17:53É bonito ver o futebol unindo tanta gente, né?
Eu não entendo muito de tática, mas vi o sorriso das pessoas no estádio. E isso vale mais que qualquer placar.
Se ele fez os outros jogarem melhor, então ele já venceu.
Ana Carolina Nesello Siqueira
julho 20, 2025 AT 13:38Claro, claro... mais um 'fenômeno' que a mídia inventou para vender ingressos. Mas vamos ser honestos: Messi está na MLS porque não tem mais nada pra provar na Europa. É o fim da carreira, não o começo de algo grandioso.
Os EUA não têm cultura futebolística - só têm capital e marketing. Eles compraram um nome e chamaram de revolução.
Na verdade, o que vimos foi um velho jogador fazendo passeios elegantes enquanto seus companheiros corriam como loucos para compensar. Isso não é futebol, é um espetáculo de luxo.
Quem acha que isso vai mudar o futebol americano está enganado. Apenas o bolso de alguns bilionários foi alterado.
E o pior? As pessoas estão chorando por isso. Que tristeza.
João Paulo S. dos Santos
julho 20, 2025 AT 13:53Se liga: o cara não marcou, mas fez dois assistências perfeitas. Isso é o que faz um camisa 10 de verdade.
Veja o Farías, ele tá com confiança agora. O time tá jogando como um time, não como um monte de caras com camisa.
Isso aqui é o começo de algo grande. Não precisa de gols pra ser mágico.
Deixa o Messi jogar. Ele tá fazendo o trabalho dele.
Studio Yuri Diaz
julho 20, 2025 AT 17:40É digno de nota que a presença de Lionel Messi em solo norte-americano tenha gerado um fenômeno sociocultural sem precedentes na história da Major League Soccer. A afluência de 22.800 espectadores - superando até mesmo a final da temporada anterior - evidencia uma reconfiguração simbólica do esporte como espetáculo coletivo.
Os 350 jornalistas credenciados não são meros observadores; são arquivistas de um momento histórico. A ausência de gols não diminui o impacto - ao contrário, revela a natureza transcendental de sua influência tática e psicológica sobre adversários e companheiros.
É possível afirmar, com base em dados empíricos e análise fenomenológica, que o Inter Miami, até então um clube marginalizado, tornou-se um símbolo de ressignificação identitária. O LAFC, por sua vez, não foi derrotado por uma estratégia superior, mas por uma força que transcende o esporte: a magnetização da genialidade.
Este é o momento em que o futebol, enquanto prática social, se eleva à condição de mito contemporâneo.
thiago oliveira
julho 21, 2025 AT 13:52Todo mundo fala que o Messi é o melhor da história, mas olha o que acontece quando ele joga contra times de verdade: ele se esconde. Aqui, o LAFC tinha 60% de posse, 15 finalizações, e só perdeu porque o Inter teve sorte nas bolas paradas.
Na Europa, ele não faria isso. Ele não teria espaço. Aqui é tudo fácil, o campo é grande, os zagueiros são lentos, e os árbitros deixam passar tudo.
É só um jogador de futebol, não um deus. Eles estão inventando uma lenda porque precisam vender camisetas.
Eu vi ele jogar no Barcelona em 2011 - isso era futebol. Isso aqui? É teatro com bola.
Renan Furlan
julho 21, 2025 AT 16:25Se você tá vendo o Messi e não tá sentindo nada, talvez seja só porque você não tá olhando direito.
Ele não precisa marcar pra fazer diferença. Ele só precisa estar lá. E quando ele tá lá, todo mundo joga melhor.
É assim que os grandes fazem. Não é sobre números. É sobre inspiração.
Se você quer entender, só assista de novo. E dessa vez, preste atenção no que ele faz quando tá sem a bola.
Leila Swinbourne
julho 22, 2025 AT 20:46Isso é o que acontece quando você coloca um gênio em um país que não sabe valorizar genialidade. Eles transformam um passe em milagre, um treino em revolução.
Eu já vi Messi jogar em Camp Nou, em Maracanã, em Santiago Bernabéu. Aqui, ele tá sendo usado como propaganda. O futebol tá virando show de talentos.
É triste. Porque ele merece mais do que isso.
E vocês? Vocês estão celebrando um atleta... ou só o lucro dele?
Daiane Rocha
julho 24, 2025 AT 02:02Valdete, você tem razão em questionar o mercado. Mas não confunda o efeito com a causa.
Messi não escolheu os EUA por dinheiro. Ele escolheu porque queria ser parte de algo novo - algo que ainda não sabe o que é, mas está se tornando. E ele está ajudando a construir isso.
Se ele estivesse no PSG, ninguém falaria disso. Aqui, ele está criando história - não só vendendo camisetas.
É fácil ser cínico. Mas a magia existe. E ela está aqui.