Internacional 1 x 1 Santos: Empate põe ambos na berlinda na luta contra o rebaixamento

Internacional 1 x 1 Santos: Empate põe ambos na berlinda na luta contra o rebaixamento
25 nov, 2025
por Sandro Alves Mentes Transformadas | nov, 25 2025 | Esportes | 19 Comentários

Um empate que pareceu tranquilo no placar, mas que gerou um choque nas arquibancadas e nos bastidores da Sport Club Internacional e do Santos Futebol Clube. Na noite de segunda-feira, 24 de novembro de 2025, às 20h (horário de Brasília), no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, os dois times se enfrentaram em um jogo que não foi apenas um ponto no calendário — foi uma questão de sobrevivência. O 1 a 1 final, com gol de Alan Patrick dos Santos aos 20 minutos e empate de Álvaro Barreal aos 62, não resolveu nada. Pelo contrário: deixou ambos na corda bamba. Com três rodadas ainda por jogar, o rebaixamento deixou de ser uma ameaça abstrata e virou uma sombra que paira sobre os dois clubes.

Um ponto que dói mais do que uma derrota

O gol de Alan Patrick, o veterano meia de 35 anos que ainda tem o coração de um garoto em campo, foi um momento de pura tradição: cobrança de escanteio, cabeça de força, e o Beira-Rio explodiu. Mas o que parecia ser o início de uma virada para a Internacional virou um pesadelo de expectativas. O Santos, que vinha de três derrotas seguidas, reagiu com fome. E foi Álvaro Barreal, o argentino de 25 anos que muitos ainda não conhecem bem, quem deu o soco no estômago dos colorados. Um chute de esquerda, sem chance para Alexander Medina, no canto inferior direito. A assistência de Guilherme foi perfeita — mas o que mais impressionou foi a calma do garoto. Não gritou. Não comemorou. Só voltou para o meio de campo, como se soubesse: isso não é vitória. É sobrevivência.

Na tabela, o abismo é real

Antes do jogo, a Internacional tinha 41 pontos, 12º lugar, com saldo de -8. O Santos, com 38 pontos e -14, ocupava a 17ª posição — apenas um ponto acima da zona de rebaixamento. Após o empate, nada mudou. A diferença entre o 16º e o 17º continua de um ponto. Mas o que importa agora não é o que está atrás. É o que está à frente. O Esporte Clube Vitória, com 39 pontos, está logo acima. O Fortaleza Esporte Clube, com 34, ainda tem jogo em atraso. E o Esporte Clube Juventude, com 33, pode subir a qualquer momento. O cenário é caótico. E o pior: ninguém sabe mais quem é favorito.

Os números não mentem — e eles estão gritando

A Internacional precisa de sete pontos nas três últimas rodadas para garantir a permanência matematicamente. Isso significa vencer duas e empatar uma. Ou vencer todas. Mas com apenas 10 vitórias em 35 jogos, o time não tem confiança. Já o Santos precisa de cinco pontos. Parece pouco? É. Mas considerando que só venceu uma vez nos últimos seis jogos, parece impossível. A defesa é frágil: 49 gols sofridos — o pior entre os 15 primeiros colocados. E o ataque? Só marcou 32. O que é menos que o Sport Club do Recife, que está rebaixado. O Santos não é só um time que perde. É um time que não sabe como vencer.

A ausência da Globo e o silêncio da mídia

A ausência da Globo e o silêncio da mídia

A partida foi transmitida por Rádio Grenal, a rádio tradicional de Porto Alegre, e por plataformas independentes. Mas a ausência da Globo foi sentida como um abandono. Um vídeo no YouTube com o título "GLOBO NÃO VAI TRANSMITIR OS JOGOS DECISIVOS DO BRASILEIRÃO 2025" viralizou. Não é só uma reclamação de torcedores. É um alerta. Quando a maior emissora do país deixa de cobrir confrontos que definem o futuro de clubes históricos, o futebol perde parte da sua alma. O jogo não foi apenas um empate. Foi um espelho: mostra o que acontece quando o interesse comercial prioriza os grandes, e esquece os que lutam para não cair.

As últimas chances

A próxima rodada será decisiva. A Internacional enfrenta o Coritiba em casa, um time em crise. O Santos viaja para enfrentar o Botafogo, que ainda luta pelo G4. Se o Santos perder, a matemática se fecha. Se a Internacional empatar, a pressão aumenta. O técnico Alexander Medina, que já treinou a seleção uruguaia, agora parece mais um homem de crise do que um estrategista. Já o técnico do Santos, que chegou em julho, ainda não conseguiu impor identidade. O time joga como se estivesse com medo. E o medo vence quando o futebol perde a coragem.

Quem ainda tem esperança?

Quem ainda tem esperança?

O Esporte Clube Vitória tem um jogo contra o Cruzeiro — um jogo que pode ser sua salvação ou seu fim. O Fortaleza tem um jogo em atraso. E o Juventude, que jogou contra o Palmeiras na rodada passada, ainda tem chances. Mas o que mais assusta é que, no final, o rebaixamento pode não ser uma questão de desempenho. Pode ser uma questão de sorte. Um pênalti não marcado. Um cartão vermelho injusto. Um erro de arbitragem. Porque, quando o futebol entra na fase de sobrevivência, o que vale não é o melhor time. É o que aguenta mais.

Frequently Asked Questions

Como o empate entre Internacional e Santos afeta a chance de rebaixamento de cada time?

O empate manteve a Internacional com 41 pontos, precisando de mais sete pontos nas três últimas rodadas para garantir a permanência. Já o Santos, com 38 pontos, precisa de cinco pontos, mas enfrenta adversários mais fortes e tem um histórico pífio de vitórias. A diferença entre os dois é mínima, mas a pressão é maior sobre o Santos, que está apenas um ponto acima da zona de rebaixamento.

Por que a ausência da Globo é tão significativa neste momento?

A Globo é a principal emissora de futebol no Brasil e sua ausência em jogos decisivos diminui o alcance e o impacto mediático. Isso não só reduz a visibilidade dos clubes em luta, mas também afeta a arrecadação com direitos de transmissão. Torcedores sentem que estão sendo abandonados, e isso aumenta a sensação de desesperança, especialmente em times como o Santos, que já perdem espaço na mídia nacional há anos.

Quais são os próximos adversários de Internacional e Santos?

A Internacional enfrenta o Coritiba em casa, seguido por um jogo contra o Grêmio fora e encerra contra o Fluminense em casa. O Santos viaja para enfrentar o Botafogo, depois joga contra o Atlético Mineiro e encerra contra o Ceará. Todos adversários com chances de classificação, o que torna a tarefa ainda mais difícil.

Qual é o histórico recente de desempenho do Santos nesta temporada?

O Santos venceu apenas 9 dos 35 jogos, empatou 11 e perdeu 15. Nos últimos seis jogos, só venceu uma vez — contra o Chapecoense — e sofreu 11 gols nesse período. O ataque é ineficiente (32 gols marcados) e a defesa é a quarta pior da série A. O time vive um ciclo de baixa autoestima, com trocas constantes de técnicos e jogadores que não se adaptam ao sistema. A pressão externa só piora a situação interna.

O que o empate de 1 a 1 revela sobre o nível atual do futebol brasileiro?

Revela que o Campeonato Brasileiro está mais competitivo e menos previsível. Times tradicionais como Santos e Internacional estão em crise, enquanto clubes menores, como Mirassol e Juventude, se mostram mais organizados. A disparidade entre os grandes e os pequenos diminuiu. O futebol brasileiro agora é um jogo de sobrevivência, onde a consistência conta mais que o nome do clube. E isso, por mais duro que pareça, é saudável — se a gestão e o investimento acompanharem.

Quem é o principal responsável pela situação atual do Santos?

Não há um único culpado. Mas a gestão do clube, que priorizou gastos com jogadores de baixo impacto e não investiu em estrutura, é a principal responsável. A troca constante de treinadores — já são quatro em dois anos — reflete instabilidade. Além disso, a perda de jogadores-chave como Endrick e Lucas Braga, sem substitutos eficazes, deixou o time sem identidade. O torcedor quer coragem, mas o clube ainda parece mais preocupado em cortar custos do que em construir um futuro.

19 Comentários

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    Alandenicio Alves

    novembro 26, 2025 AT 15:13

    O empate foi uma facada nas costas. A Internacional merecia mais, mas o Santos tá tão ruim que até empate dói. Agora é torcer pra cair junto e ver o que sobra.
    Se o Santos não vencer o Botafogo, tá tudo acabado. Sem chance.
    É triste ver isso.

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    Paulo Roberto Celso Wanderley

    novembro 27, 2025 AT 04:57

    Essa merda de futebol brasileiro tá mais pra reality show do que competição. Dois clubes históricos se afogando num mar de incompetência administrativa, enquanto o Vitória e o Juventude jogam como se tivessem um propósito. O que é isso? Um golpe de estado silencioso contra a tradição? O pior? Ninguém tá fazendo nada. Só reclamando no Twitter.
    Quem mandou contratar esses jogadores de pacote promocional? Quem mandou trocar técnico toda estação? Quem mandou deixar o estádio vazio? A resposta é sempre a mesma: ninguém. E aí, o povo paga o pato.
    É um circo sem palhaço. Só o povo que paga o ingresso e se vira com o lixo.

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    Bruno Santos

    novembro 28, 2025 AT 18:03

    É importante entender que o rebaixamento não é só uma questão de resultados. É uma crise de identidade. A Internacional sempre foi um clube de raiz, de tradição, de gente que cresceu no Beira-Rio. Mas hoje, o time parece um conglomerado de jogadores que passam por ali como se fossem emprestados. Não tem alma. O Santos é pior ainda - virou um time de nome, sem história, sem projeto. O técnico não tem tempo pra implementar nada, os jogadores não se conhecem, e os torcedores já desistiram de acreditar. Isso não é futebol. É uma máquina de perder dinheiro com um nome bonito. E o pior: ninguém quer encarar isso. A mídia só fala de quem tá na frente. Quem tá na luta, tá sozinho. E aí, quando o time cai, todo mundo se espanta. Mas o que esperava? Que milagre acontecesse com um elenco de reserva e uma diretoria que acha que torcedor é burro?

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    Ana Paula Martins

    novembro 30, 2025 AT 14:24

    É notório que a ausência da transmissão pela Globo representa uma falha estrutural na divulgação de eventos de relevância nacional. A mídia hegemônica, ao negligenciar confrontos que envolvem clubes com histórico, contribui para a desvalorização simbólica dessas instituições. Tal fenômeno reflete uma lógica mercadológica que prioriza o lucro sobre a memória coletiva. É um paradoxo: o futebol, enquanto expressão cultural, é reduzido a um produto descartável.

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    Santana Anderson

    dezembro 1, 2025 AT 19:36

    EU AVISEI!! 🤯💔 O Santos tá mais perdido que cachorro em shopping center!! E a Internacional? Tá fingindo que é time de top 5 mas tá com o pé na cova!! E a Globo? CLARO QUE NÃO VAI TRANSMITIR!! Porque eles só ligam pra time que tá na frente e tem patrocinador!! E o pior? O povo tá cansado!! Ninguém quer mais ver esse circo!! 😭😭😭 O rebaixamento tá aqui e ninguém quer encarar!! Aí vai ter que chorar no fim!! 🎭⚽

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    Rodrigo Molina de Oliveira

    dezembro 3, 2025 AT 16:14

    Tem algo profundo nesse empate. Não é só futebol. É a gente. O Brasil inteiro. Dois times que já foram gigantes, agora lutam pra não desaparecer. E o que isso diz sobre nós? Que valorizamos o nome, mas não investimos no que mantém o nome. Que queremos glória, mas não queremos suar a camisa pra construir. A gente vive de memórias, não de projetos. E quando a memória acaba, aí sim a dor vem. Mas a dor não é do time. É da gente, que deixou o time virar isso. A gente quer o clube, mas não quer ser parte dele. Queremos a bandeira, mas não queremos a luta. E aí, quando o time cai, a gente se esquece de que foi a gente que não cuidou. Não é o técnico. Não é o jogador. É a gente. E aí, quem vai cuidar da próxima geração? Quem vai ensinar que futebol não é só nome, é coração?

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    Flávia Cardoso

    dezembro 4, 2025 AT 06:38

    A análise apresentada no artigo é tecnicamente precisa e reflete com clareza a complexidade do cenário atual. A manutenção da posição na tabela, embora matematicamente possível, exige um nível de consistência que os clubes não demonstraram ao longo da temporada. A ausência de investimento estrutural e a instabilidade técnica são fatores determinantes, e não circunstanciais.

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    Isabella de Araújo

    dezembro 5, 2025 AT 16:39

    MEU DEUS, VOCÊS NÃO VEEM QUE ISSO É UMA ARMAÇÃO?!! TÁ TUDO PROGRAMADO!! A GLOBO NÃO TRANSMITE PORQUE ELES QUEREM QUE O SANTOS CAIA!! E A INTERNACIONAL? TAMBÉM!! PORQUE SE ELES CAÍREM, OS OUTROS CLUBES VÃO FICAR MAIS FORTES E VÃO COMPRAR MAIS PUBLICIDADE!! E O QUE A GENTE FAZ? A GENTE ACHA QUE É SÓ FUTEBOL!! NÃO É NÃO!! É DINHEIRO!! É POLÍTICA!! ELES QUEREM QUE A GENTE SE LEMBRE DO SANTOS SÓ QUANDO TIVERMOS UM JOGADOR NOVÍSSIMO E LINDO!! MAS NÃO QUEREM QUE A GENTE SE LEMBRE DO CLUBE!! E AÍ, QUANDO CAIR, A GENTE VAI CHORAR E DIZER QUE NÃO TINHA NADA A VER!! MAS TINHA TUDO A VER!! ELES ESTÃO FAZENDO ISSO DE PROPOSITO!! E NINGUÉM VAI DIZER?? NINGUÉM VAI DIZER??!!

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    Elaine Querry

    dezembro 7, 2025 AT 11:16

    Essa história de rebaixamento é uma vergonha para o futebol brasileiro. O Santos e a Internacional são clubes que representam o Brasil no exterior. E agora, por causa de uma diretoria incompetente e uma mídia covarde, vamos perder dois dos maiores nomes do nosso futebol? Não! Isso não pode acontecer! O Brasil não pode ser um país que abandona seus heróis! E a Globo? Ela é a responsável por isso! Ela não transmite porque não quer que o povo veja a verdade! A verdade é que o futebol brasileiro está sendo destruído por interesses estrangeiros e por uma elite que não entende de tradição! Eles querem clubes pequenos, sem história, sem raiz, só para vender camisetas! Isso é colonialismo! E nós, torcedores, somos os últimos a resistir! Não vamos deixar isso acontecer!

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    Joseph Foo

    dezembro 8, 2025 AT 06:29

    Quem não entende o peso do Beira-Rio não entende o Brasil. Esse empate não foi só um ponto. Foi um silêncio. Um silêncio que ecoa em cada torcedor que ainda acredita. A Internacional não precisa de mais gols. Precisa de respeito. O Santos não precisa de mais treinador. Precisa de alma. E aí, quando a mídia ignora, e o patrocínio some, e o jovem deixa de sonhar com a camisa, aí é que a morte realmente chega. Não com o rebaixamento. Mas com o esquecimento.

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    Marcela Carvalho

    dezembro 8, 2025 AT 13:28

    Se o Santos cair vai ser porque o futebol tá mais justo agora e os grandes não podem mais fingir que são grandes. A gente sempre quis ver o time do coração no topo. Mas e se o topo tiver que cair pra gente ver que o fundo é onde a gente realmente vive? Aí a gente aprende. Ou não. Tá tudo igual. Só muda o nome do estádio.

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    vera lucia prado

    dezembro 9, 2025 AT 11:59

    A situação descrita no artigo exige uma análise multidimensional, envolvendo aspectos econômicos, gerenciais e socioculturais. A persistência da crise nos clubes mencionados é sintomática de um modelo de gestão obsoleto, que não se adapta às exigências do futebol moderno. A falta de planejamento estratégico, aliada à ausência de políticas de formação de atletas, resulta em um ciclo vicioso de dependência de contratações pontuais, sem sustentabilidade. A solução não reside em mudanças pontuais, mas em uma reformulação estrutural da governança dos clubes, com transparência, profissionalização e engajamento da base torcedora.

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    ANTONIO MENEZES SIMIN

    dezembro 9, 2025 AT 12:34

    Eu vi o jogo. Fiquei em silêncio. Não chorei. Não gritei. Só olhei. E pensei: isso aqui é o fim de algo que eu amei. Não é só o time. É a gente. A gente que cresceu com esse futebol. Que acreditou. Que levou os filhos pro estádio. Que acreditou que o nome era suficiente. E agora? Agora a gente vê o que a gente deixou de fazer. A gente deixou de ir. De cobrar. De lutar. De ser parte. E agora, quando o time tá no chão, a gente só reclama. Mas não faz nada. E o pior? A gente já sabe que não vai mudar. Porque é mais fácil chorar do que agir. E é por isso que o futebol tá assim. Porque a gente tá assim.

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    Cristiane Ribeiro

    dezembro 9, 2025 AT 20:33

    Calma, torcedores. Ainda dá tempo. A Internacional tem o Coritiba em casa - time que perdeu 4 dos últimos 5 jogos. Se fizer 2 a 0 até o 30º minuto, o jogo vira. O Santos tem o Botafogo, que tá em crise também. Se o time jogar com coragem, não com medo, consegue o empate. A defesa é ruim? Melhora com organização. O ataque não marca? Aproveita os escanteios. O técnico não tem identidade? O time pode jogar como time. Não como um monte de jogadores soltos. A chave é confiança. Não é dinheiro. Não é mídia. É coragem. E a coragem é algo que ninguém pode tirar de você. Só você pode escolher não ter. Então escolha ter. Porque se você não acreditar, ninguém vai acreditar por você.

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    Alessandra Souza

    dezembro 11, 2025 AT 15:57

    É evidente que a análise apresentada carece de uma perspectiva quantitativa robusta. Os dados de eficiência ofensiva (xG), pressão alta e transições rápidas não foram considerados - fatores determinantes na avaliação de desempenho tático contemporâneo. A mera referência ao número de vitórias é um indicador obsoleto, reducionista e anacrônico. Além disso, a crítica à Globo revela uma falácia de apelo à emoção, ignorando a lógica de mercado e os contratos de exclusividade. A realidade é que o futebol moderno é uma indústria, não um museu. E quem não se adapta... é descontinuado.

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    Leonardo Oliveira

    dezembro 11, 2025 AT 16:24

    Eu lembro quando o Santos tinha Pelé. E a Internacional tinha o Falcão. E a gente não precisava de Globo pra saber que era história. Hoje, a gente tá tão perdido que acha que o nome resolve. Mas nome não vence jogo. Coração vence. E se o coração tá fraco, a gente tem que cuidar. Não só do time. Da gente também. Porque se a gente não voltar pro estádio, se a gente não gritar, se a gente não acreditar... o time não tem chance. Não é culpa do técnico. Não é culpa da Globo. É culpa da gente que deixou de ir. E se a gente voltar? Talvez ainda dê tempo.

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    João Paulo Oliveira Alves

    dezembro 12, 2025 AT 20:46

    Essa é a conspiração da elite! A Globo, a CBF, os patrocinadores... todos querem que o Santos e a Internacional caiam pra abrir espaço pra time de cidade pequena que eles controlam! Eles querem um futebol homogêneo! Sem história! Sem paixão! Sem raiz! Eles estão limpando o Brasil! E vocês não veem? Tudo isso é planejado! O empate foi um sinal! Eles querem que a gente desista! Mas eu não vou desistir! Vou torcer até o fim! Mesmo que ninguém veja! Mesmo que a Globo não transmita! Eu vou torcer! PORQUE EU SOU BRASILEIRO E NÃO VOU DEIXAR ELES ME TIRAR MEU CLUBE!

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    Adrielle Saldanha

    dezembro 13, 2025 AT 09:31

    Todo mundo tá falando de rebaixamento, mas ninguém fala que o Santos tá melhor que a maioria dos times que estão acima. O Vitória? Um time que só vive de pênalti. O Fortaleza? Só vence quando o adversário se entrega. E a Internacional? Tá com 41 pontos e é o 12º? Isso é um absurdo. O futebol tá viciado em nome. E o pior? A gente cai nisso. A gente acha que time grande tem que estar em cima. Mas se o time grande tá jogando mal, ele tem que cair. E se o time pequeno tá jogando bem, ele tem que subir. A gente quer justiça? Então pare de fingir que o nome é o que importa. O nome é só o que tá na camisa. O que importa é o que tá dentro do campo.

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    Bruno Santos

    dezembro 14, 2025 AT 10:22

    Se a Internacional vencer o Coritiba, o Santos vai ter que vencer o Botafogo pra não se afogar. Mas o Botafogo tá com o Muricy na beira do campo. E o Muricy? Ele não quer vencer. Ele quer sobreviver. Ele vai fazer o Santos sofrer. E aí? O Santos vai ter que jogar com medo de novo. E o que acontece quando o time joga com medo? Ele perde. Mesmo que tenha mais posse. Mesmo que tenha mais chutes. Porque o medo não deixa o jogador pensar. E sem pensar, não tem futebol. Só suor. E suor não vence campeonato. Só coragem vence. E o Santos não tem coragem. Ainda não.

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